sábado, dezembro 29, 2012

Zé do Hamburguer Diner - São Paulo


O post de hoje é uma indicação de restaurante em São Paulo. Para os que não sabem eu moro no Rio de Janeiro, mas como minha família mora em São Paulo muitas vezes eu passo o Natal lá. Eu já tinha lido sobre o Zé do Hamburguer e comentei com a namorada do meu primo que estava em Vancouver fazendo intercâmbio comigo. Ela voltou antes de mim, foi lá provou, gostou e eles me levaram no fim de semana antes do Natal. E se preparem que esse post vai estar cheio de fotos.


O Zé do Hamburguer é uma Diner, aqueles restaurantes típicos dos Estados Unidos dos anos 50 estilo Grease, sabe? Com tons pastéis na decoração, cardápio cheio de hambúrgueres e milk-shakes e uma linda jukebox! Sim, uma jukebox! Eu super empolgada queria ir lá toda hora, mas quando eu via alguém já tava escolhendo a música. E fiquei muito feliz quando tocou a música que eu escolhi queria até dançar de tão feliz (sou dessas). Algumas mesas tinham mini jukeboxes, no entanto a nossa não tinha e como quando a gente chegou tava com uma espera de meia hora, que depois aumentou, eu não podia brincar de escolher mesa.

A música que eu escolhi foi de Grease, mas tinham muitas opções
 A gente pediu uma batata frita gordinha muito gostosa que vinha com a maionese artesanal deles, também excelente, além de pedirmos um queijo cheddar pra mergulhar as batatas também (que eu esqueci de fotografar).


Depois pedimos nossos hambúrgueres, o meu foi o Zé Burguer, um sanduíche de picanha com queijo cheddar que eu pedi sem cebola e sem tomate. Mas vou falando que foi até difícil escolher eram muitas opções e tudo parecia gostoso.


 E ai nós pedimos uma sobremesa pra ser dividida em família, pra diminuir o peso na consciência. Um waffle de nutella com sorvete. Muito bom também. Fica a dica: é bom pra dividir, se não fica muito enjoativo.


E agora umas outras fotos que eu tirei do restaurante pra vocês conhecerem. Existem dois endereços, o que a gente foi é o menor e que tinha menos espera. O maior tem até uma moto e um carro bem anos dourados dentro. Meu primo foi no maior e não sabia desse menor e se sentiu enganado. hahahahahaha.

Os meninos de pólo azul escura e as meninas de camiseta preta (só notei quando tava preparando o post)





Jogo americano lindo. Ia pegar pra mim se eu não tivesse sujado ele todo.



Aquela emoção.

Detalhe na mesa que tinha a mini jukebox.

Olá Elvis!




Pinguim em cima da geladeira. #déhchoradeemoção




É isso, queridos. Espero que tenham gostado. Se tiverem alguma dica de restaurante no Rio ou em São Paulo deixem suas dicas que eu vou lá e vai que não vira um post?
x.o.x.o

sexta-feira, dezembro 28, 2012

Nails Done: Red-y Response (Sally Hansen)


Esse esmalte entrou na minha wishlist no momento em que eu o vi pela primeira vez e soube como ele funcionava, isso lá em Vancouver. Quando eu falei: "vou comprar", quem disse que eu achava o danado? Fiquei mega frustrada até chegar no Walmart de Orlando e encontrá-lo, peguei e não larguei mais. Quando cheguei em casa fiquei com uma vontade louca de usá-lo, mas não achava ele nas minhas coisas. Até que esses dias eu achei e decidi passá-lo para o Ano Novo. Ele fez um sucesso no salão que eu fiz as unhas pela cor e pelo desenho que ele faz.


Ele funciona da seguinte forma: você passa uma camada dele normalmente, já a segunda tem que ser bem fininha e assim que você passa tem que posicionar o imã que fica nessa tampa sobre a unha e o desenho surge.

Eu decidi fazer em apenas uma unha pra não ficar cafoninha, mas como o detalhe fica mais discreto pode até fazer.

Esse esmalte é da linha Magnetic Nail Color da Sally Hansen na cor Red-y Response #905. Não sei onde (ou se) vende no Brasil, então se alguém souber me fala e eu coloco aqui. No Walmart ele me custou $8,50, o preço médio de um bom esmalte lá, logo já que tudo quanto é esmalte é nesse valor que eu pegue um diferente, né?

x.o.x.o

quinta-feira, dezembro 27, 2012

Eu Li: Pegando Fogo (Meg Cabot)


"Katie Ellison é uma mentirosa de mão-cheia e ainda por cima guarda um grande segredo sobre seu antigo melhor amigo, Tommy, que, quatro anos antes, criou um sério tumulto e acabou saindo da cidade. Agora, ele está de volta, e Katie vai ter que decidir se prefere continuar com as mentiras para manter as aparências, ou se finalmente vai abrir a boca e aceitar que as coisas nunca mais serão como antes."


Primeiro livro da Meg Cabot da minha meta de verão. Como eu já sabia é um livro teen e na minha visão numa faixa de 13 até 16 anos, por conta disso teve uns momentos que para mim foram meio bobinhos. O que mais me incomodou é que a Katie fica evitando pensar nas coisas pra deixar quem ta lendo curioso, só que por eu ter 20 anos quando ela enfim revelava eu ficava: "só isso? tanta enrolação por pouco?".


No entanto isso não impede de ser uma boa leitura, eu gostei do livro, as coisas demoram um pouquinho pra engrenar, mas depois as coisas vão pegando rumo e eu gostei muito do final. É aquele tipo de fim que a Meg faz que deixa a gente com um sorriso no rosto após a leitura.


É um bom livro para quem ta naquela fase de confusão de sentimentos e do que quer para si mesmo, aquela época indecisa e louca que todos temos. Talvez eu não tenha entendido certas atitudes que a Katie toma por conta do fato de eu já ter passado dessa fase. Aconteceu o mesmo comigo em Harry Potter e a Ordem da Fênix, a primeira vez que eu li eu estava com 12 anos, então os surtos do Harry pareciam demais para mim, ele me irritava um pouco, mas depois que eu reli com meus 16 anos, tudo fez mais sentido, eu me redimi com ele e vi que nós voltamos a nos entender. Desde então eu passei a ter mais cautela com a faixa etária dos livros. Não que eu tenha deixado de ler livros teen, longe disso, mas agora eu sou mais compreensiva e dou mais preferência a ler livros young adults.


A edição do livro ficou boa, os capítulos não são muito curtos, porém são tranquilos de ler, eles são mais longos porque a Katie descreve muito o que sente e tem seus dilemas mentais que nós vamos acompanhando. As páginas são amareladas e a fonte é do tamanho ideal para uma pessoa míope como eu (mesmo que eu só viva de óculos, só que se eu estivesse sem eles eu leria -talvez causando uma dor de cabeça, mas enfim).




É isso pessoas lindinhas, espero que tenham gostado da resenha, deixem seus comentários e se tiverem alguma recomendação de livro é só falar, pode ser de qualquer autor. Eu estou numa missão de expandir meu gosto literário e ler novos autores, nas minhas andanças por livrarias descobri algumas escritoras brasileiras de chick-lit (livros de mulherzinha), isso me deixou bem curiosa e doida pra voltar e comprar os livros.

x.o.x.o