quarta-feira, julho 16, 2014

Eu Li: Para Sempre (Kim e Krickitt Carpenter)


"A vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira de seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte de sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ela era. Essencialmente, a "Krickitt" com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.
Para sempre é uma história verdadeira sobre a reconstrução de um casamento depois de um evento traumático que poderia ter feito a maioria das outras pessoas desistir, mas que para eles foi a chance de um novo começo."

Nos anos em que vivemos onde mais temos divórcios do que casamentos duradouros, onde os finais felizes parecem habitar os contos de fada é muito bom ler um livro onde o amor e a luta pelo casamento é maior do que qualquer amnésia. Dá aquela esperança nas pessoas sabe?


Kim e Krickitt tiveram um intervalo muito curto entre o momento em que se conheceram e quando se casaram, por isso quando Krickitt perde a memória ela acorda sem conhecer o marido. Nem como amigo, namorado, nada. Tudo que eles tiveram juntos não existia pra ela. E Kim luta diariamente pra conquistá-la, já que existe a chance de que ela nunca mais se lembre dele.

O livro é bem curtinho, tem 144 páginas, eu li em um dia (mas a maioria das pessoas não me considera parâmetro) e é narrado pelo Kim. E ele consegue ser bem detalhista e descritivo. Ler sobre o acidente com tantos detalhes e sabendo que quem ta falando é quem passou por aquilo é de dar agonia. Eu fiquei apaixonada pelo livro (dei 5 estrelas no skoob e marquei como Favorito) e recomendo pra todo mundo.


Se você viu o filme, como eu tinha feito, esquece dele. O livro é completamente diferente desde os nomes dos personagens, como eles se conhecem, o acidente e até a relação deles com a família. A única coisa em comum é que eles sofrem um acidente, ela esquece dele e ele tenta conquistá-la. Eu nem gostei tanto do filme e fiquei enrolando pra ler o livro por isso, sorte que eu decidi ler, não é?

Sobre os aspectos gerais: o livro é dividido em nove partes, e elas não são muito longas já que o livro em si é curto. E no final ele até cita o filme, entrevistas que eles deram, coisas que eles só tiveram por conta do acidente, o que eu achei muito legal de ser colocado. As páginas são amareladas, margem e espaçamento ótimos e confortáveis de ler.

Pra acompanhar o que eu leio em tempo real, me segue lá no Instagram: @deboraoc

Caso alguém tenha lido ou esteja com vontade de ler, deixa aqui seu comentário que eu vou adorar saber. E se quiserem ver como eles são na vida real, aqui tem uma foto deles com os atores que os interpretaram no cinema.

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sexta-feira, julho 11, 2014

Eu Vi Essa Semana: Kick-Ass 1 e 2, Agora é para Sempre, O Concurso


Como eu disse no post de Como Treinar seu Dragão 2, eu tinha esse post pra fazer. E vou tentar manter nesse estilo: filmes novos ganham um post sozinhos e os mais antigos ficam agrupados. O que acham?

Bem, eu vi bons filmes de estilos diferentes, teve drama, comédia, nacional, continuação... E pretendo assistir mais filmes nos próximos dias e não se preocupem que eu não esqueci de posts além de livros e filmes. ;)

Kick-Ass:




Esse filme é de 2010, mas eu decidi assistir pois depois de ver Godzilla (pretendo rever pra fazer post) eu fiquei apaixonada pelo Aaron Taylor-Johnson e fui pesquisar os filmes da carreira dele pra começar a assistir. E comecei por Kick-Ass. O filme conta a história de Dave Lizeewski, um adolescente normal que se pergunta porque não existem super-heróis no mundo real. E decide se tornar um pra combater pequenos crimes pela cidade, ele compra uma fantasia pela internet e acaba sendo conhecido na mídia como Kick-Ass. A partir dele outras pessoas comuns se tornam super-heróis por todo o país, como Red Mist, seu "parceiro" no combate ao crime, e Big Daddy e sua filha Hit-Girl, que vivem e treinam para combater mafiosos.

O filme é legal, mas contém umas cenas de comédia pastelão que me incomodaram um pouco, no entanto são poucas, o que não atrapalha o filme, para pessoas como eu que não curtem esse estilo de comédia. No geral o filme é bem legal e o Aaron Taylor-Johnson está uma gracinha de cachinhos e a Chloe Grace Moretz tá muito fofa ainda novinha.




Kick-Ass 2:



Já que ambos os filmes estão nesse post eu vou falar sobre esse sem dar spoilers do anterior, não se preocupem. Mesmo sem qualquer tipo de superpoder, a atitude de Dave em se tornar o Kick-Ass inspirou diversas pessoas a fazerem o mesmo. Por motivos que seriam spoiler do primeiro, Mindy (a Hit Girl) é obrigada a tentar viver como uma garota comum da sua idade, deixando de lado os heroismos, por mais que Dave insista para que ela faça o contrário. Porém, a carreira de Dave não será solo por muito tempo, já que ele conhece o Coronel Estrelas e Listras, um ex-mafioso que reuniu um grupo desses super-heróis sem poderes para combater o crime.

Esse eu achei mais legal do que o anterior por diversos motivos, primeiro porque a Hit Girl é a minha favorita e é muito bom ver mais cenas dela, segundo: o Aaron ta mais bonito (desculpem, mas isso é importante pra mim, hahahaha) e também porque é bem legal ver os novos super-heróis contagiados pelo Kick-Ass. Uma coisa que me preocupava era o Jim Carrey, pois em comédia ele sempre atua da mesma maneira e por incrível que pareça nesse filme não foi assim! E ele tem uma cachorra muito linda que eu queria abraçar o filme inteiro. Enfim, eu não posso falar muito da história desse sem dar spoiler do primeiro mesmo que seja o estilo de filme que você pode ver sem o anterior que irá entender, mas eu prefiro não falar muito para aqueles que queiram assistir o primeiro. Só digo que vale a pena.



Lembrando que o trailer pode conter spoilers do primeiro. Cabe a você decidir.

Agora é para Sempre:



Tessa Scott tem leucemia em estágio terminal e faz uma lista de tudo aquilo que ela quer fazer antes de morrer, para fazer todas essas coisas ela abandona a quimioterapia e tenta viver como uma menina normal, na medida do possível. O filme é bonito e tem aspectos parecidos com A Culpa é das Estrelas ao mesmo tempo que é bem diferente, já que a Tessa tem mais "fome" de viver do que a Hazel e não faz mais tratamento e nem tem algo que mostre a doença, como o cilindro de oxigênio que a Hazel carrega pra todo lado. A parede da Tessa com sua lista é bem bonita e me deixou com vontade de fazer algo parecido na minha, só que eu sei que jamais conseguiria escrever com uma caligrafia tão bonita. Como dá pra ver pelo poster tem romance no filme e é um relacionamento muito bonito de assistir. Obviamente eu chorei no final, mas não tanto como imaginei, talvez porque em alguns momentos eu me irritava com a Tessa e suas decisões e atitudes. Sou dessas que me irrito com protagonistas em filmes e livros (alô, Bella Swan e Mia Thermopolis!). De qualquer jeito o filme é muito bom e eu recomendo sim. Lembrando que é drama, a maior parte é triste, tem aqueles problemas todos que só alguém com um parente ou amigo doente conhece. Então prepare-se para um momento triste misturado no feliz de uma maneira bem sutil e meiga. Ah, e alguns cenários e paisagens são lindos e me deixou com muita vontade de ir pra Inglaterra. Mais do que eu já tinha antes.


O Concurso:

O filme conta a história dos 4 finalistas para a prova de juiz federal: o gaúcho Rogério Carlos, o paulista Bernardinho, o cearense Freitas e o carioca Caio. A prova é realizada no Rio de Janeiro e para isso todos vão pra lá e se conhecem no fim de semana antes da prova e se metem em enrascadas muito doidas com favelas, garotas do passado psicóticas, drag queens revoltadas... O filme é bem engraçado e me agradou por fugir um pouco do padrão de filme nacional que é: sexo, palavrão, tiroteio e muito mais. O filme exagera naquele esteriótipo de cada lugar, tipo o carioca é marrento e trambiqueiro (pra dar orgulho ao Zé Carioca), o paulista tem o sotaque carregado até doer, o gaúcho afeminado... Mas não ofende, pelo menos eu como carioca não saí ofendida. As paisagens do Rio de Janeiro que aparecem são bonitas, também mostra um pouco do lado feio da cidade, mas fazer o que se faz parte? A Sabrina Sato me incomoda normalmente e nesse filme não foi diferente, mas o resto do elenco é ótimo e eu gosto de todos os outros atores. Adoraria que mais filmes nacionais fossem bons e sem apelarem como esse.


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quinta-feira, julho 10, 2014

Eu Li: Pollyanna (Eleanor H. Porter)


"A pequena cidade de Beldingsville nunca mais seria a mesma depois da chegada de Pollyanna. Por influência da menina, tudo começa a mudar no lugarejo. Sua tia Polly aos poucos se torna mais amável, e o mesmo acontece com praticamente todos os que conhecem a garota e seu incrível 'jogo do contente'. Uma otimista incurável, Pollyanna não aceita desculpas para a infelicidade e empenha-se de corpo e alma em ensinar às pessoas o caminho de superar a tristeza. Até que um dia um grave acontecimento lhe atinge, colocando à prova seu 'jogo'."

Dando início com as leituras da maratona  meta de leitura. Esse livro eu ganhei de presente de uma prima minha, thanks Ka, e ele caiu nas minhas mãos numa época muito boa, me fazendo entrar também no jogo do contente. O jogo de Pollyanna é simples e ele é peça fundamental no livro. Tudo que você tem que fazer é procurar algo que te deixe contente, independentemente do que esteja acontencendo. Não é achar consolo e sim ficar contente, essa, admito, é a parte mais díficil e por um tempo eu estive jogando errado até levar um puxão de orelha da pequena menina sardenta por meio do livro, onde uma personagem também joga errado.


Depois de perder o pai, Pollyanna é mandada para a casa de sua tia, irmã de sua mãe, a menina não poderia estar mais contente por ir pra um lugar novo e conhecer sua parente. Enquanto a tia é o oposto de Pollyanna e se preocupa apenas com o dever. Seu dever é receber a menina e seu dever ela irá cumprir. Até que a menina começa a afetá-la com todo seu otimismo e honestidade, aquela que só uma criança é capaz de ter. Não só a tia é "amaciada" pela menina como todas as outras pessoas, da empregada da casa até a velha doente rabugenta que de tudo reclama. O tal grande acontecimento que coloca o jogo à prova demora a acontecer e isso me incomodou um pouco, mas admito que no final da leitura eu entendi a importância dessa espera e valeu a pena.


A história é uma gracinha e os aspectos gerais da edição que eu tenho são lindos e muito bem feitos. A capa possui verniz localizado e o título brilhoso (eu realmente preciso aprender alguns termos técnicos, hahahaha), as páginas são grossinhas e com um aspecto envelhecido muito bonito. Os capítulos são curtinhos e contém algumas ilustrações pequenas e outras que tomam metade da página, página inteira e até mesmo duas páginas (tem mais algumas fotos ao longo do post). Não encontrei erros de tradução (feita por Monteiro Lobato) e nem mesmo de gramática, por isso e tudo mais que eu falei a editora está de parabéns.


O livro é classificado com Infanto Juvenil, mas de qualquer maneira eu o recomendo para todos que estão precisando entrar no jogo do contente. 

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segunda-feira, julho 07, 2014

Eu Vi: Como Treinar Seu Dragão 2 (How to Train Your Dragon 2)


Eu ia fazer um post de filmes que vi essa semana, mas fiquei com medo de  ficar um post muito grande então decidi separar Como Treinar Seu Dragão 2 dos demais.

Atenção: se você não viu o primeiro filme essa parte do post pode conter spoilers dele. Então pule essa parte, leia o resto do post e vá assistí-lo! É muito bom, eu amo. E ai depois volta aqui pra ler.


5 anos se passaram desde que Soluço mostrou a Berk que os dragões são do bem, os protagonistas cresceram e lógico que muitos problemas surgiram. Soluço passa a explorar o mundo com Banguela e numa dessas viagens ele descobre um ilha com diversas espécies de dragões e uma mulher que não só vive com eles, como também entende tudo sobre esses animais. A questão é que essa mulher é a mãe de Soluço, que ele achava que havia morrido atacada por um dragão. CALMA, isso não é spoiler! Isso ta no trailer e acontece logo no começo do filme. Depois de começar a conviver com sua mãe, Soluço vai ter que salvar os dragões da ameaça que é Drago Bludvist, que quer controlar todos os dragões.


O filme é muito bom, os novos dragões são umas gracinhas, mas nenhum é tão fofo como o Banguela! Gente, eu amo o Banguela! Ele aparece e eu já começo a sorrir durante o filme. A história teve umas reviravoltas que me surpreenderam e que eu não esperava em um filme para a família, mas isso não o impede de ver com crianças e continua sendo um ótimo filme. É muito bonitinho pra quem viu o primeiro filme e viu o quanto Astrid detestava o Soluço e eles formam um casal meigo nesse filme. Cinco anos se passaram, né? Eu amei o filme e já to ansiosa pra assistir de novo, ler os livros e ter um dragão. Alguém me dá o Banguela de presente?


Uma coisa que eu adorei no filme é ver como os personagens acabam sendo parecidos com seus dragões, eu sei que isso foi feito de propósito (que nem aquilo de que o cachorro/gato acaba se parecendo com o dono, sabem?), mas é feito de uma maneira tão sutil que acaba sendo gostoso de perceber. Sem contar o amor e companheirismo que um dragão tem pelo seu dono e vice versa. Eu que sempre gostei de dragões acabo querendo um mais ainda.


O trailer está dublado, pois como no Brasil animações só passam na versão dublada foi como eu acabei vendo. Mas admito que eu quero ver legendado da mesma maneira que assisti o primeiro.


Pra terminar, gente, não são umas gracinhas esses toy-arts da Funko? Quero pra ontem. Só achei meio assustador o olho do Banguela, porém eu quero de qualquer jeito.

Espero que tenham gostado do post, se assistiram o filme deixem um comentário. Mas cuidado com os spoilers, hein?

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domingo, julho 06, 2014

30 dias, 10 resenhas


Aproveitando as férias (uma hora elas tinham que chegar, né?) decidi vir tirar a poeira do blog, voltar a escrever por aqui e tive a ideia de uma meta de leitura. Nada como uma meta pra aumentar os posts e ler mais rápido, não? Essa meta vai ser um pouquinho mais difícil do que a última. Mas mesmo sem garantir sucesso eu vou tentar.


Nessas fotos ai em cima vocês viram vários livros e todos estão na minha meta de leitura do ano lá no meu skoob. Só que a ideia dessa meta é (como diz o título do post) ler 10 livros nesses próximos 30 dias. Hoje sendo dia 06 de julho, a meta vence dia 06 de agosto. Então eu tenho que ler pelo menos um livro em 3 dias. Alguns livros não estão ai, pois eu vou reler pra escrever umas resenhas que eu estou devendo, porém a maior parte está super lotando o meu puff. Algumas pessoas devem ter reparado que está faltando um livro no box de As Crônicas de Gelo e Fogo (AKA: Game of Thrones), mas é só que ele já está sendo lido e ta mesa de cabeceira e eu acabei esquecendo de devolver ele pra caixa na hora da foto, assim como esqueci de colocar o Pollyanna na pilha.


Por hoje é isso, post curtinho mesmo, só pra voltar a ativa e apresentar a meta pra vocês. Vou tentar não sumir.

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terça-feira, março 25, 2014

Seriado para ver: Reign


Eu já queria fazer um post sobre Reign, mas o fato de faltar uma semana para o fim de How I Met Your Mother (o que eu farei da minha vida?) foi o que motivou a vir indicar a série. Por recomendação de uma amiga mais viciada em seriados do que eu, comecei a assistir e fiquei apaixonada já no primeiro episódio.


"A narrativa descreve a história de Mary Stuart da Escócia e seu caminho até o poder, iniciando com sua chegada à França com 15 anos e seu noivado com o Príncipe Francis. Acompanhada de suas três melhores amigas, Mary precisa sobreviver às intrigas, inimigos e forças obscuras que tomam conta da corte francesa." -sinopse retirada do Minha Série.  


A série é inspirada na história verdadeira de Mary Stuart, mas é lógico que muitas coisas são super diferentes. É divertido reconhecer o nome de alguns personagens por conta dos livros de história do colégio. Mas o seriado é muito mais que isso. Por ter a mesma stylist de Gossip Girl e Hart of Dixie, nem preciso dizer que os looks são para prestar atenção. Mas nem precisa se preocupar eles sozinhos já ganham destaque. Vestidos luxosos e modernos (como os braços de fora, bordados e outros detalhes como na foto acima). Dá vontade de ter vários e virar rainha, mas enquanto isso não é possível a gente vai copiando os enfeites de cabelo. Tem arcos e tiaras lindas (me apaixonei por várias) e coroas de flores muito boho e de dar inveja.

Nesse site você acha onde comprar peças vistas em diversos seriados.
Mas não só de roupas é feito esse programa, envolve magia, intriga, brigas de poder (Oi? São reis e rainhas!), romance e tudo que a gente pode gostar em uma série. Em alguns sites rolaram umas comparações e que no final das contas numa soma de Gossip Girl e Game of Thrones resulta em Reign. E na boa, sendo comparada a séries tão incríveis é lógico que Reign merece nossa atenção.


Os cenários são lindos (assim como os atores) e dá vontade de se mudar pra corte francesa, se não tivesse tantos dramas e crises. O show ainda está no episódio 15 da primeira temporada, então é uma boa vocês se apressarem e começarem a ver. E podem contagiar os seus amigos que eu vou adorar ter mais gente com quem conversar sobre Reign. Os atores são novos então vivem no facebook e instagram. E pelo menos eu, adoro ver os momentos gente como a gente dos famosos. Vocês são assim também?


Ta esperando o que pra começar a assistir? Se apaixone e depois vem me contar o que achou. 

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segunda-feira, março 24, 2014

Inauguração da Forever 21 no Rio de Janeiro

Postei essa foto no instagram, já me segue lá? @deboraoc

Se você acessou a internet por pelo menos 5 minutos nessas últimas duas semanas, você deve saber que uma certa loja americana de fast-fashion inaugurou no Brasil para delírio das garotas. E nesse grupo eu me incluo. Acordei cedo, peguei ônibus enfrentei 3 horas de fila até a loja abrir, mas fui na inauguração esse sábado passado. Na verdade a Forever 21 abriu de surpresa na sexta-feira dia 21 (faz sentido, né?), mas o evento inaugural oficial foi no sábado com direito a brinde para as 500 primeiras.  Eu sei que eu sumi por aqui mas já tenho uns posts em processo e como muita gente queria saber o que eu achei (e comprei) decidi vir fazer esse post.


O brinde foi essa sacola com um par de chinelos personalizados. Eu adorei o mimo, mas fiquei chateada pois de chinelo feminino só tinha tamanho 35/36, quem calça 38 faz o que? Corta um pedaço do calcanhar? Mesmo pequeno eu to usando pra ficar em casa e admito que meus pés acostumaram já. Outros mimos foram dados para a galera na fila, mas eram comida. Teve água (numa garrafinha personalizada), suco, cachorro quente e algodão doce. Nem consegui comer direito, pois as filas estavam imensas até pra isso. Foi tudo muito organizado, todo mundo entrando na ordem da senha de pouco em pouco. A loja é grande então comporta muita gente, mas mesmo assim rolou fila pro provador e pro caixa. Acredito que nesses primeiros finais de semana será assim, então quem for tem que ir preparado psicologicamente.


Antes de mostrar minhas comprinhas vou dar minha opinião. As peças estão lindas, num preço maravilhoso. Os tamanhos ainda estão meio confusos, pois são os americanos, mas tem vários vendedores ótimos pra te ajudar. Duas coisas que eu já sabia e que são importantes ter em mente quando se vai lá. Primeiro: as peças acabam muito rápido. Ta vendo esse vestido preto de gatinho no manequim? Fui desejando ele, cheguei lá e já não tinha mais. Isso porque a loja abriu na véspera. Segundo: tamanhos grandes além de esgotarem rápido nem são tão grandes assim. Eu que sou alta, um pouco acima do peso e com muito busto tive uma certa dificuldade. Dá pra achar, dá, mas tem que ter paciência de procurar e se não achar não ficar se achando a última das criaturas. E lembrem-se a parte de bijus e as bolsas estão incríveis!

Agora vamos às minhas compras:


Comprei essa camiseta básica lilás por R$18,90. Gosto desse tipo para o dia a dia (a.k.a: Faculdade) e é fácil de combinar, além de ter um tecido muito gostosinho e confortável.


Regatinhas lá tinham aos montes. Minha vontade foi pegar uma de cada cor pra sobreviver no calor carioca, mas o meu orçamento não deixou. Custou R$8,90 e eu ainda não acredito.


Essa saia turquesa foi R$24,90. Eu estava com uma preta na mão igualzinha, mas pelo mesmo motivo das regatinhas coloridas, ela ficou na loja.


Esse vestido foi amor à primeira vista. Achei por acaso e logo no meu tamanho, apaixonei, provei, serviu, levei. Admito que ele fica curto com toda a minha altura, mas minha ideia é usá-lo com meia calça e shortinho por baixo. Custou R$44,90. O tecido dele é muito macio e eu adorei esse detalhe que ele tem nas costas e que não mostra o sutiã.

Agora vamos às bijus:


Gente, amei os brincos. Cada par foi R$5,90. Eu já fui paquerando o de corujas, mas não resisti ao coração e nem preciso dizer porque eu comprei o de raio.


A fila do caixa da Forever 21 é daquelas que tem coisas lindas pra você querer comprar. E eu fui andando pensando "não vou pegar mais nada, nada". Até que bati o olho nesse pack de anéis, apaixonei e trouxe. Tem um anel de concha, cara. Amor de mais para uma apaixonada pela Pequena Sereia. Foi R$ 18,90, não fui capaz de resistir (Decky mode on).


Um minuto de silêncio por esse colar que ganhou o meu coração. O que é esse colar lindo, luxo e por R$34,90? To sonhando com o dia em que vou usá-lo. Quero casar usando ele. #exagerada.


Lembra que eu falei que quando tava na fila falei que não ia pegar mais nada. Não sei pra quem eu falo essas coisas. Paguei a língua de novo e comprei essa necessaire gigantesca e linda. To apaixonada por ela e por todo o espaço que ela tem pra eu carregar todas as minhas tralhas do dia a dia. Um dia eu vou fazer o post de What's in my Bag e mostrarei o que carrego todo santo dia nessa bolsa. Foi por R$21,90.


Uma dica que eu esqueci de falar antes: quando olhar a etiqueta de preço confere se tem R$ ou só o $. Pois eu comprei uma calcinha que tava com $3,80. Ai eu cabeçuda enlouqueci em pagar 4 reais em uma calcinha tão fofinha. Me ferrei pois no caixa converteu e ela custou 11 reais e uns quebradinhos. Só me liguei disso em casa e não consegui comprar um colar de âncora que eu sempre quis. Não sejam cabeçudinhas como eu.

Palavra final da Decky: vale a pena e muito juntar um dinheirinho e comprar a Forever 21 inteira. É o que eu pretendo fazer em um projeto aliado a perder peso pra ter mais opções de roupas lá. Quem sabe eu não posto sobre a minha perda de peso aqui e começo a fazer looks do dia? Espero que tenham gostado.

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segunda-feira, dezembro 23, 2013

Eu Li: Dexter - A Mão Esquerda de Deus (Jeff Lindsay)


"DEXTER MORGAN é um educado lobo vestido em pele de ovelha. Ele é atraente e charmoso, mas algo em seu passado fez com que se transformasse numa pessoa diferente. Dexter é um serial killer. Na verdade, é um assassino incomum, que extermina apenas outros assassinos. Ao mesmo tempo, trabalha como perito da polícia de Miami... Em Dexter, a mão esquerda de Deus, o livro que deu origem à aclamada série de TV, o adorável matador depara-se com um concorrente de estilo semelhante ao seu, encanta-se e incomoda-se com ele, prevê seus passos... A escrita requintada de Jeff Lindsay nos faz mergulhar na mente de um dos personagens mais ambíguos da história da literatura de suspense. Nunca o macabro foi tratado com tanto refinamento e leveza. Dexter Morgan é uma obra-prima."


Marcador lindo que eu ganhei de presente com outro livro.

Eu sou fã da série de TV, famosa e conhecida por muitos, sendo que eu ainda não assisti a última temporada. Admito que ouvir às criticas em relação episódio final me desanimou um pouco, mas em breve eu termino. E sabendo disso meu namorado (lindo) me deu esse livro de presente de aniversário. E o segundo da série também! Essa resenha terá determinadas comparações com a primeira temporada do programa (a que foi baseada nesse livro), porém sem dar spoilers. Don't worry.



O Dexter dos livros seduz. Ponto.

Ok, vou explicar. Eu amo o Dexter do Michael C. Hall, o ator que o interpreta, pela sua voz, seus pensamentos e até pelas suas atitudes falsas. Mas o do livro tem um charme único. Parece que ele sabe fingir tão bem, mas tão bem que ele acaba te encantando, como ele faz com as mulheres da história. "Por que fingindo?" você que não vê a série me pergunta e eu te digo: o Dexter é um psicopata, ou seja, ele não tem sentimentos ou emoções como todos nós, ele não tem essa linha de o que é certo ou errado. Só que o pai adotivo dele por ser um policial o ensina essas coisas. "Mas, Déh, não se ensina a sentir." Eu sei, mas ele aprender a fingir que sente. E ele faz isso muito bem, tanto que nenhum policial descobre e ele trabalha ali com eles. O Dexter é o lab geek, que analisa padrão de dispersão de sangue em homicídios, com palpites muito bons sobre os crimes.


Mas nas palavras do serial killer favorito da televisão: ele é um monstro limpinho. ("I'm a very neat monster"). Com Harry, seu padrasto, ele aprende um Código em que ele só deve matar outros monstros, como ele, assassinos, estupradores e outros nesse nível. Mas ele tem que ter certeza. Matar somente aqueles que a justiça não consegue prender. E nunca deixar pistas. E criar uma vida normal para si, para nunca ser suspeito. E ele faz tudo isso e a gente lê isso. Uma diferença da primeira temporada: ele só tem umas três vitimas fora do caso principal, esse caso que o instiga e encanta tanto. Na série, chamado de The Ice Trunk Killer, no livro sem nome específico.


O livro é ótimo com sutis diferenças do seriado como alguns personagens, algumas situações e o final. Então para aqueles que viram o programa: AHA! Não é tão igual a resolução do caso, bem diferente até. E eu gostei muito dos dois finais, admito que o da série me deixou muito tensa. Absurdamente tensa. Na internet, principalmente no skoob, eu vi muita gente criticando o livro. Mas na minha opinião foi por comparar demais ao programa de televisão e esperar o mesmo. O livro tem menos ação, mas também a gente ta o tempo todo dentro da cabeça do Dexter, a gente vê o que ele vê, descobre o que ele descobre e por ai vai. No entanto, isso não desmerece o livro. Adorei o livro e recomendo para todos aqueles que gostam de um suspense, de entender mentes psicopatas, ou simplesmente são fãs do Dex (A intima, hahaha).

Essa e a próxima são pro namorado. 
Acho a capa simples, mas bonita. E me fez passar um momento engraçado de uma criança ver o livro na minha mesa de cabeceira e perguntar por que tinha sangue na capa do livro e qual era a história. Eu dei uma enrolada nela. Aspectos internos: acho que a fonte é do tamanho ideal e os capítulos são de variados tamanhos, normalmente os de flashback ao passado do Dexter são mais curtos. As páginas são amareladas e feitas com um papel gostoso e não muito frágil. A série do Dexter já tem sete livros (faltam 5, namorado!) e aparentemente os casos do livro e do seriado serão diferentes a partir de algum volume que eu ainda não sei qual é. Terei que ler pra descobrir.


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domingo, dezembro 22, 2013

Eu Vi: O Homem de Aço

Todas as fotos tiradas do Google Imagens.
"Nascido em Krypton, o pequeno Kal-El viveu pouco tempo em seu planeta natal. Percebendo que o planeta estava prestes a entrar em colapso, seu pai (Russell Crowe) o envia ainda bebê em uma nave espacial, rumo ao planeta Terra, e levando com ele importantes informações de seu povo. Contrariado com tal atitude, o General Zod (Michael Shannon) tenta impedir a iniciativa e acaba preso. Já em seu novo lar, a criança foi criada por Jonathan (Kevin Costner) e Martha Kent (Diane Lane), que passaram a chamá-lo de Clark. O tempo passa, seus poderes vão aparecendo e se tornando, de certa forma, um problema, porque isso evidencia que ele não é um ser humano. Já adulto, Clark (Henry Cavill) se vê obrigado a buscar um certo isolamento porque não consegue resistir aos salvamentos das pessoas e sempre precisa sumir do mapa para não criar problemas para seus pais. Mas o terrível Zod conseguiu se libertar e descobriu seu paradeiro. Agora, a humanidade corre perigo e talvez tenha chegado a hora das pessoas conhecerem aqueles que passarão a chama de o Super-Homem." - sinopse tirada do Adoro Cinema.


Eu já tinha visto o filme na estréia (em IMAX, não me canso de dizer isso, sou boba eu sei), mas meu pai ainda não tinha visto então hoje a gente sentou pra ver e eu pensei: "por que não resenhar no blog?" So, here am I.

O famoso Superman nunca foi meu super-herói favorito. Sou fã do Batman, Arqueiro Verde, Homem de Ferro... Resumindo: os ricos que criam seus poderes. Na minha cabeça de criança sempre foi mais fácil imaginar virar um desses do que ser alienígena ou ser picada por uma aranha radiotiva [o que jamais acontecerá, já que eu tenho aracnofobia (é, Débora, é exatamente por isso que você não vai virar super-heroína, somente por isso)]. Mas esse filme me ganhou. Devo admitir que eu já simpatizava mais com ele por ter roteiro do Christopher Nolan que foi o diretor da trilogia O Cavaleiro das Trevas.


A história consegue ser fiel ao original dos quadrinhos ao mesmo tempo que faz sentido com a nossa realidade e tempo. O elenco é incrível com grandes atores como Kevin Costner e Russel Crowe e com novatos como Henry Cavill. E usar um ator menos conhecido para um protagonista de muito peso como um herói é uma decisão que eu acho muito válida. Sem contar que eu acho que o Henry Cavill tem cara de Superman, o herói bom moço, genro dos sonhos de toda mãe. Além de ter a linda Amy Adams, como Lois  Lane, que eu adoro.


O começo do filme tem alguns momentos mais agitados, mas a maior parte do início da história é formando o personagem e todo o contexto, a partir dos 90 minutos de filme ai sim a ação vem com força: invasão alienígena, porradaria, destruição de cidades... Porém, creio eu, que a continuação já será mais agitada inicialmente. Mas agora que eu parei pra pensar: se for ter o roteiro pelo Christopher Nolan é possível que não, que siga o mesmo estilo desse filme e dos filmes do Batman em que a ação demora a acontecer, mas isso em momento algum torna o filme fraco, muito pelo contrário, criam personagens icônicos e fortes, como o Coringa de Heath Ledger no segundo filme da trilogia.

Acho essa cena uma gracinha.
Algumas alterações foram feitas no novo filme muito boas, como, por exemplo, o significado do icônico S no peito do uniforme do Homem de Aço e a relação entre ele e a Lois. As atuações são muito boas, mas também com o elenco que tem é de se esperar, os efeitos especiais nem preciso falar. O filme contém alguns flashbacks da infância e adolescência do Clark, mostrando as primeiras aparições dos poderes dele e diálogos com o pai adotivo dele. O filme tem pouco mais de duas horas, como todo filme de ação, e não tem cena pós-crédito (isso é coisa da Marvel).

O Homem de Aço de 2013 tem a minha aprovação e eu acho um excelente filme para se assistir e ter na coleção. Pelo menos eu pretendo ter.

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sábado, dezembro 21, 2013

Eu Li: A Lista Negra (Jennifer Brown)


"E se você desejasse a morte de uma pessoa e isso acontecesse? E se o assassino fosse alguém que você ama?
O namorado de Valerie Leftman, Nick Levil, abriu fogo contra vários alunos na cantina da escola em que estudavam. Atingida ao tentar detê-lo, Valerie também acaba salvando a vida de uma colega que a maltratava, mas é responsabilizada pela tragédia por causa de lista que ajudou a criar. A lista de pessoas e das coisas que ela e Nick odiavam. A lista que ele usou para escolher seus alvos.
Agora, depois de passar o verão reclusa, se recuperando do ferimento e do trauma. Val é forçada a enfrentar uma dura realidade ao voltar para a escola para terminar o Ensino Médio. Assombrada pela lembrança do namorado, que ainda ama, passando por problemas de relacionamento com a família, os ex-amigos e a garota a quem salvou, Val deve enfrentar seus fantasmas e encontrar seu papel nessa história em que todos são, ao mesmo tempo, responsáveis e vítimas.
A Lista Negra, de Jennifer Brown, é um romance instigante; leitura obrigatória, profunda e comovente."



Você seria capaz de perdoar ou, pelo menos, conviver pacificamente com uma garota da sua turma envolvida num tiroteio na sua escola que matou e feriu colegas seus? Amigos seus? Ou até mesmo feriu você? Pois é na visão dessa garota que a trama de A Lista Negra é contada. O livro aborda um tema complexo e, digamos assim, sensível. Falar de bullying não é algo simples e ainda envolvendo tiroteio, mortes e todo o ódio que tem na história é menos ainda. Mas a autora não faz ficar algo cansativo e desgastante. Na história ninguém é vítima ou vilão, todos são um pouco dos dois. Inclusive a protagonista, sua família, seus amigos, seus colegas de classe, todos os personagens mesmo.


Esse livro não é pra ser lido quando você ta desanimado, depressivo ou irritado. Eu li num dia de sol, quente de céu aberto e achei muito irônico levantar a cabeça e olhar pra janela vendo aquilo quando o livro tem uma pegada tão sombria e cheia de ódio. Mas é um livro excelente, a história é contada com matérias de jornais que não contam  o que aconteceu e como as vítimas eram de forma sincera, flashbacks de dias antes ao tiroteio, relatos do dia em que tudo aconteceu e o presente com a Val tentando superar ao mesmo tempo em que não entende certas coisas. E eu achei isso muito legal, vai fazendo com que peças de todo esse quebra cabeça vão se encaixando e você vai ficando preso ao livro pensando o que vai acontecer e vai se surpreendendo em como certas pessoas tinham uma mágoa e raiva guardada dentro de si e que de repente estoura em cima da Valerie.


Como eu disse, o livro é cheio de ódio e mágoas guardadas, mas é incrível como não faz com que a gente sinta ódio desses personagens, pelo menos comigo foi assim. Pois são sentimentos negativos com fundamento, não to dizendo que eu concordo com a atitude deles, porque eu não concordo com o que o Nick fez e nem com muita coisa que a Val faz ou diz. Uma coisa que me fez parar e refletir foi a Lista Negra que a Val inicia colocando ali coisas que ela odeia das mais simples, como os pais brigando, até pessoas, como a colega de classe que apelida ela de Irmã da Morte. E eu fiquei pensando nisso pois é uma forma de escape e desabafo tão boba e acaba desencadeando algo enorme que muda a vida de muita gente na cidade que é meio impossível, pelo menos pra mim, não comparar com nossas ações do cotidiano movidas pela raiva, ódio ou por, somente, estar tendo um dia ruim e como elas explodem em coisas que a gente não queria. É o que a própria Valerie sente, por mais que ela odiasse certos colegas ela não queria que eles morressem e depois ela percebe que as pessoas não são tão pretas e brancas assim. O final do livro é ótimo, lágrimas escorreram dos meus olhos (cadê a surpresa ai, Déh?) e o livro entrou pra minha lista de favoritos.


Sobre a parte externa do livro: achei a capa ótima, com um relevo ásperozinho (sei explicar muito bem, admitam) em alguns detalhes como o título, as páginas são amareladas e feitas de um papel mais grosso, bem gostoso de ler, mas que me fazia achar que eu tava pulando páginas, isso aconteceu durante toda a leitura, mas nada que incomode tanto assim, só falta de hábito mesmo. Aspectos como margem, fonte e espaçamento também são ótimos e eu não me lembro de ter visto erros de digitação ou tradução. Os capítulos do livro não possuem um tamanho padrão, enquanto uns tem 3 páginas outros são de 15. Mas a leitura é tão envolvente que aquilo de só mais um capítulo que viram dez é frequente, especialmente quando o "só mais um capítulo" é um dos curtinhos.

Espero que tenham gostado da resenha, em breve eu volto com mais resenhas de livros ótimos.

x.o.x.o